A URAP evocou a acção da Associação Feminina Portuguesa (AFPP) para a Paz e do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, nas décadas 40 e 50 do século passado, numa sessão que decorreu dia 25 de Março, no Porto, com a participação de Manuela Espírito Santo, investigadora e escritora.
A oradora falou da História do último século, focando a intervenção progressista de mulheres desde a República, ensaiando as suas primeiras associações, as contradições relativamente à intervenção na I Guerra Mundial, e o rumo decidido pela defesa da Paz, contra o nazismo e o fascismo, com a criação do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e da Associação Feminina Portuguesa para a Paz.


A URAP organizou, em Alpiarça, dia 21 de Março, uma sessão destinada a três turmas da Escola Secundária José Relvas com a presença de professores na qual se falou sobre fascismo e resistência.
Francisco Braga, do Conselho Nacional da URAP, e as representantes do MDM Corália Loureiro e Odete Santos estiveram na escola Manuel Cargaleiro, no Seixal, dia 8 de Março, para apresentar o livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo".
O “Almoço da Primavera”, uma tradição do núcleo da URAP do Seixal, regressou a este Concelho, dia 19 de Março, juntando cerca de 50 pessoas e contou com a presença do vice-presidente da Assembleia Municipal do Seixal, Américo Costa.
O assassinato de Mariana Torres e António Mendes, jovens trabalhadores conserveiros, a 13 de Março de 1911, numa manifestação de rua em luta por aumento de salários foi assinalado pelo terceiro ano consecutivo pela União dos Sindicatos de Setúbal com o apoio da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), no Largo das Fonte Nova, Setúbal. 
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