O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto celebra-se no dia 27 de Janeiro, aniversário da libertação pelo Exército Vermelho soviético do campo de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, onde 1,1 milhões de pessoas foram exterminadas pelos nazis.
Para o assinalar, Eugénio Ruivo, coordenador do núcleo de Mafra da URAP, foi convidado por uma turma do 9° Ano da EB 2-3, da Venda do Pinheiro, onde os alunos leram textos de Anne Frank, a adolescente alemã de origem judaica, morta aos 15 anos, que descreveu num diário, Diário de Anne Frank, a sua vida e a da sua família enquanto estavam escondidos, editado em 1947.
A 27 de Janeiro de 1945, quando os soviéticos entraram em Auschwitz só já libertaram pouco mais de 7 mil prisioneiros, dado que em meados de Janeiro de 1945, quando as forças soviéticas se aproximavam do complexo, os guardas das SS deram início à evacuação.
Perto de 60 mil prisioneiros foram forçados a marchar em direcção a oeste. Nos dias anteriores tinham aniquilado tantos quantos podiam nos campos, e levaram para a cidade de Wodzislaw, na parte ocidental da Alta Silésia, dezenas de milhar de presos.


Um dos últimos presos a ser libertado da cadeia de Caxias a 27 de Abril de 1974, o sociólogo Luís Moita, militante antifascista e anticolonialista, que pertenceu à Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, morreu dia 28 de Janeiro aos 83 anos.
A greve geral revolucionária de 18 de Janeiro de 1934 foi assinalada na Marinha Grande com uma manifestação de homenagem aos Vidreiros e População da Marinha Grande, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira, em que participaram vários sindicatos, a CGTP e a URAP.
A URAP, com o apoio da Junta de Freguesia de Santa Bárbara de Padrões, Concelho de Castro Verde, apresentou, dia 14 de Janeiro, o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, um estudo sobre a mulher sob o fascismo que termina com a chegada de Abril.
por Manuel Pires da Rocha, músico
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