Um dos últimos presos a ser libertado da cadeia de Caxias a 27 de Abril de 1974, o sociólogo Luís Moita, militante antifascista e anticolonialista, que pertenceu à Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, morreu dia 28 de Janeiro aos 83 anos.
Luís Manuel Vítor dos Santos Moita era doutorado em Ética pela Universidade Lateranense, em Itália, foi sacerdote católico e um opositor activo contra a guerra e a ditadura, tendo sido preso em Caxias, em 23 de Novembro de 1973, barbaramente torturado com espancamentos e tortura do sono.
Um dos protagonistas da vigília da Capela do Rato, em 1972, Luís Moita foi um estudioso da guerra e da paz, que cooperou com países africanos.
Nascido em Lisboa, a 11 de agosto de 1939, fez a instrução primária na Escola Primária de Alcanena, frequentou o Liceu Camões e o seminário de Almada, Seminário Maior dos Olivais. Em seguida, tirou a licenciatura em Teologia na Universidade Gregoriana, em Roma.


A greve geral revolucionária de 18 de Janeiro de 1934 foi assinalada na Marinha Grande com uma manifestação de homenagem aos Vidreiros e População da Marinha Grande, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira, em que participaram vários sindicatos, a CGTP e a URAP.
A URAP, com o apoio da Junta de Freguesia de Santa Bárbara de Padrões, Concelho de Castro Verde, apresentou, dia 14 de Janeiro, o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, um estudo sobre a mulher sob o fascismo que termina com a chegada de Abril.
por Manuel Pires da Rocha, músico
José Pedro Soares, coordenador da URAP e ex-preso político, Amélia Cunha e São Constantino, directora da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, de Vila Real de Santo António, presidiram à apresentação do livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, dia 16 de Dezembro, nas instalações da biblioteca.
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