O nome “Parque da Liberdade Coronel Diamantino Gertrudes da Silva – Capitão de Abril” foi atribuído, dia 29 de Agosto, a um largo na Vila do Alvite, numa homenagem da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, com a presença de Sérgio Vilarigues, do Conselho Nacional da URAP.
Gertrudes da Silva, que nasceu no Alvite a 20 de Fevereiro de 1943, desempenhou um importante papel no 25 de Abril e posteriormente na 5ª divisão do MFA, nomeadamente a libertação dos presos do Forte de Peniche e a sua salvaguarda física, antes de marchar sobre Lisboa, comandando o grupo November (grupo insurreccional da Região Militar do Centro) com mais de 2.000 homens, do RI 14 de Viseu (unidade onde estava), RI 10 de Aveiro e duas unidades militares da Figueira da Foz.
Outrora chamado Parque da Neta, o actual Parque da Liberdade tinha já um busto de Gertrudes da Silva, em preservação da sua memória.
A Associação 25 de Abril fez-se representar pelo vice-presidente Aprígio Ramalho, que na ocasião estava no RI 14. Sobre Gertrudes da Silva o presidente da A25A, Vasco Lourenço, diria: “Foi o mais antigo dos quatro capitães que em Viseu, no RI14, desenvolveram grande actividade no Movimento dos Capitães. As suas militâncias envolveram então oficiais de Lamego, Guarda, Coimbra, Aveiro, para só referir as mais significativas”.
Diamantino Gertrudes da Silva morreu a 10 de Outubro de 2018 graduado de coronel das Forças Armadas, mas ficou para sempre a memória do Capitão de Abril, Herói de Abril.


Orlando Gonçalves formou-se como ser humano político no bairro do Rio Seco, Ajuda, Lisboa, onde nasceu em 15 de Agosto de 1921. Foi aí que nele despertaram as noções de interesse comum, comunidade e acção política. Foi aí que adquiriu conhecimento empírico sobre os fenómenos sociais e as estruturas de coerção política. Foi aí que iniciou um percurso que o impeliu a desenvolver actividades culturais, a iniciar-se na escrita e a estabelecer relações sociais que o capacitaram culturalmente e em termos de pensamento crítico para interpretar a realidade e alargar horizontes.
A pianista e resistente antifascista Olga Prats morreu dia 30 de Julho, aos 82 anos, na sua casa da Parede, concelho de Cascais, vítima de doença oncológica.
A URAP continua a lançar o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo” por todo o país, trabalho a cargo dos núcleos da organização, em sessões de convívio que contam com muitos sócios e simpatizantes, acompanhadas por momentos musicais.
A URAP lamenta a morte de Otelo Saraiva de Carvalho, aos 84 anos. 
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