O Boletim nº 165 da URAP, desta vez com 16 páginas, relativo ao segundo trimestre de 2021, em distribuição, destaca em Editorial da autoria de José Pedro Soares o 45º aniversário da URAP tema que trata também na página 5.
As páginas 11,12 e 13 são preenchidas por uma entrevista a Marília Villaverde Cabral e a José Pedro Soares, que agora assume a liderança da organização, depois da Assembleia Geral electiva relatada na página 10.
A rúbrica Em Movimento, nas páginas 2 e 3, relata a entrega de material oriundo da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, hoje pertença da URAP, ao Museu Nacional de Resistência e Liberdade, em Peniche, assinala uma homenagem deste museu a Aristides de Sousa Mendes e a entrega ao MNRL da Medalha da Sociedade Portuguesa de Autores.
Indica ainda um protocolo assinado pela URAP com as freguesias de Almada e outro com Montemor-o-Novo, a excursão ao Porto e as visitas guiadas ao Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa.
Cultura e Resistência, nas páginas 14 e 15, questiona sobre “A Ciência ao Serviço de Quem?”, da autoria do professor universitário Rui Namorado Rosa; o Internacional é dedicado à Palestina e a página 16 é preenchida pela nova edição da URAP, o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”.


O Presidente da República agraciou, dia 6 de Julho, a título póstumo, o democrata e antifascista aveirense Mário Sacramento, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, em cerimónia decorrida no Palácio de Belém.
A URAP, parceira do Museu Nacional Resistência e Liberdade, congratulou-se com a nomeação de Aida Rechena, ontem anunciada, para primeira directora do MNRL, situado na antiga cadeia do Forte de Peniche.
Lembrar a vida dos antifascistas para que a memória não se apague e para passar o testemunho às novas gerações é uma das finalidades da União de Resistentes Antifascistas Portugueses, que organizou uma sessão evocativa dos 70 anos do memorável comício de candidatura à Presidência da República do Prof. Ruy Luís Gomes.
Os núcleos de Lisboa e de Mem-Martins da URAP visitaram a antiga cadeia do Aljube, hoje Museu do Aljube Resistência e Liberdade, nos dias 21 de Maio e 29 de Junho, respectivamente, guiados por Adelino Pereira da Silva, ex-preso político e membro do Conselho Nacional.
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