Na biblioteca da Escola Marquesa de Alorna, em Lisboa, crianças de nove anos, com um cravo na mão, declamaram poesia de vanguarda e cantaram “Grândola Vila Morena”, a canção emblemática de Zeca Afonso, para celebrar Abril.
A festa aconteceu, dia 22 de Abril, e o convidado especial foi Adelino Pereira da Silva, ex-preso político e dirigente da URAP, que contou depois aos mais velhos, do 9º ano, o que foi a ditadura em Portugal, a actuação da PIDE, a repressão, as prisões e torturas, a luta clandestina, como era ter filhos na clandestinidade, as desigualdades sociais, a emigração e a guerra colonial.
Trinta e sete estudantes de nove e 15 anos, e alguns professores, entre os quais Helena Nunes, vice-directora da escola, e Maria Vilão, professora bibliotecária, interrogaram o orador sobre a ditadura salazarista no chamado Estado Novo.


A Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes do Porto organizou, dia 26, por videoconferência uma conversa sobre a Revolução de Abril, para a qual convidou Maria José Ribeiro da União de Resistentes Antifascistas Portugueses, o Almirante Martins Guerreiro da Associação 25 de Abril, e o Comandante Marques Pinto da Associação Conquistas da Revolução.
No dia 1 do mês de Maio de 1936, Peniche acordou com inúmeras bandeiras vermelhas que flutuavam ao vento nos edifícios dos Correios e Telégrafos, na Capitania do Porto, no Posto da Alfândega, na Central Eléctrica, nas obras de construção do molhe oeste, e numa árvore próxima da Escola Velha.
O Núcleo de Almada da URAP encontrou-se, dia 24 de Abril, com crianças do "Estuário Colectivo" constituído por um grupo de moradores da Rua António Nobre, em Cacilhas, para falar sobre a Revolução de Abril e da liberdade e contar experiências de vida durante a ditadura fascista.
O Núcleo da URAP de Montemor-o-Novo comemorou o 25 de Abril de 1974 colocando faixas em três monumentos da cidade em homenagem aos democratas e antifascistas que ajudaram a construir a liberdade em Portugal e aos militares de Abril.
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