A URAP saúda no Dia Internacional da Mulher todas a mulheres antifascistas que antes e depois da revolução de Abril lutaram e lutam pela igualdade, a liberdade e a democracia.
A URAP enaltece, neste momento, as mulheres que trabalham no sector da saúde e combatem a pandemia, as que laboram nos serviços indispensáveis à vida das populações, as que estão em casa em teletrabalho e asseguram em simultâneo a educação e o cuidado dos seus filhos, nomeadamente.
A URAP recorda que este dia evoca a repressão brutal sobre as operárias têxteis de Nova Iorque que, em 1875, reivindicaram que o período de trabalho diário passasse de 16 para 10 horas, e que os seus salários, de cerca de um terço do dos homens, fosse equiparado ao destes para trabalho igual.


No âmbito das Comemorações dos 100 Anos do Partido Comunista Português, decorreu ontem, dia 2 de Março, uma homenagem aos presos políticos que perderam a vida no Campo de Concentração do Tarrafal, na qual a URAP foi representada por Marília Villaverde Cabral e José Coelho, coordenadora do Conselho Directivo e membro do Conselho Nacional, respectivamente.
O presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão garante, em comunicado datado de 13 de Fevereiro, que a criação do Centro de Interpretação do Estado Novo, a funcionar na antiga Escola Cantina Salazar, no Vimieiro, “é para continuar”.
Há 60 anos, a 4 de Fevereiro, jovens ligados ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) atacaram a cadeia de S. Paulo e a Casa de Reclusão, em Luanda, visando libertar nacionalistas angolanos encarcerados pela polícia política colonialista, além de um posto da PIDE e da rádio oficial de Angola. Estavam armados com paus e catanas.
Inscreve-te e actualiza a tua quota