A URAP integrou, em Lisboa, o desfile comemorativo do 47º aniversário do 25 de Abril, descendo em festa a Avenida da Liberdade com uma grande delegação e vários panos alusivos à Revolução dos Cravos.
Apesar das restrições ocasionadas pela pandemia da Covid-19, que obrigou o desfile a terminar nos Restauradores, a manifestação contou este ano com um significativo número de pessoas, entre as quais se viam muitos jovens, expressão do sentimento da necessidade da defesa dos valores de Abril contra os projectos reaccionários que crescem no nosso país.
A URAP, que faz parte da comissão organizadora das comemorações, defendeu que este ano se voltasse às ruas, o que aconteceu - cumprindo as regras de distanciamento - em inúmeras cidades portuguesas.
As comemorações do 25 de Abril da URAP são sempre acompanhadas por outras realizações a nível nacional, entre as quais se destacam as sessões realizadas em escolas e colectividades, feitas presencialmente ou via internet especialmente por ex-presos políticos.



O Museu Nacional Resistência e Liberdade (MNRL) inaugura a primeira exposição internacional, “Candelabro ASM – Aristides de Sousa Mendes: o Exílio pela Vida”, no dia 25 de Abril na presença da ministra da Cultura, Graça Fonseca, e de uma delegação da URAP encabeçada por Marília Villaverde Cabral.
Há precisamente 85 anos, o governo de Salazar criou a Colónia Penal do Tarrafal, um campo de morte, o "campo da morte lenta", um campo de concentração criado à imagem dos campos de concentração nazi, para onde foram enviados seis meses depois os primeiros 152 presos.
“O povo palestiniano (…) é um povo privado da terra que é sua por direito e de um governo próprio, que Israel continua a ocupar diária e violentamente, (…) ao arrepio de todas as convenções e decisões que defendem a decisão e solução pacífica de dois estados”, afirmou Francisco Canelas no Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinianos.
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