O Boletim nº 162 da URAP, relativo ao segundo trimestre de 2020, em distribuição, destaca, como não podia deixar ser, os tempos de pandemia que abalam o país e o mundo e que têm mudado a vida de todos os cidadãos. Deste modo, realizamos uma Mesa Redonda, que poder ler nas págs 4,5 e 6, com o título "Os Direitos Humanos, a Liberdade e a Covid-19" para a qual convidamos duas mulheres, uma ligada aos direitos humanos e outra ao mundo do trabalho; já o editorial "Pandemia e Direitos Democráticos" se debruçava sobre o tema, ao mesmo tempo que agradecia aos portugueses o seu esforço e civismo.
A actividade do núcleo do Porto, integrada no projecto "Do Heroísmo à Firmeza", com a exibição em videoconferência de filmes de resistência, encontra-se na rúbrica "Em Movimento", tal como um texto da coordenadora da URAP no jornal francês "O Patriota Resistente". As comemorações do 25 de Abril de 1974, este ano de forma diferente, e a "Homenagem aos Presos Políticos de Caxias", com a inauguração de um monumento, estão também presentes nesta edição. Encontram-se ainda textos sobre o racismo, o aniversário da Constituição, a Paz e contra a Guerra e o fim das armas nucleares.
Leia e divulgue o Boletim da URAP
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A Comissão Parlamentar de Cultura e Comunicação discutiu, dia 16 de Junho, a petição "de repúdio e exigência de que se trave e abandone a anunciada criação do ´Museu Salazar´, com esse ou outro nome, em Santa Comba Dão", da autoria da URAP, com a presença de uma delegação da organização
"Era Abril e do escuro, mais escuro, rompeu a aurora da nossa liberdade", pode ler-se agora na pedra calcária que ladeia a peça escultórica evocativa da libertação dos presos políticos que no dia 26 de Abril de 1974 se encontravam encarcerados pelo regime fascista na cadeia de Caxias.
"O racismo não é uma opinião, é um crime, um atentado à democracia e à liberdade", afirmou Francisco Canelas, da direcção da URAP, que representou a organização no "Ato Público de Solidariedade com o povo dos EUA! Pela justiça e igualdade social" promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
O jornalista António dos Santos, resistente antifascista e presidente do Sindicato dos Jornalistas entre 1980 e 1982, morreu dia 9 de Junho em Queluz, aos 88 anos, vítima de covid-19.
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