Uma peça escultórica evocativa da libertação dos presos políticos da prisão de Caxias, que ocorreu dia 26 de Abril de 1974, da autoria do escultor Sérgio Vicente, com o número de presos que estiveram detidos no Forte entre 1936 e 1974, vai ser inaugurada no dia 10 de Junho às 12:00, na Estrada de Gibalta, junto à Estação da CP de Caxias.
A inauguração da peça, escolhida por um júri entre diversas propostas apresentadas, esteve inicialmente prevista para 26 de Abril passado, mas só agora vai ser possível em resultado do atraso das obras devido à pandemia.
Junto ao monumento existe um passeio em barras, de pedra calcária, no qual está gravado o número de presos, ano a ano, que, de 1936 a 1974, passaram por aquela cadeia. Este número foi apurado pela URAP, após um trabalho realizado nos últimos anos na Torre do Tombo de consulta minuciosa aos registos nas fichas da PIDE que se encontram aí depositadas.
A URAP apela aos sócios e amigos - sobretudo aos ex-presos políticos que estiveram naquela cadeia do fascismo - para que compareçam à inauguração, que é igualmente uma homenagem aos resistentes antifascistas portugueses.


A URAP, como organização antifascista, anti-racista e de defesa da democracia e dos direitos humanos, protesta contra o assassinato do cidadão norte-americano George Floyd pela polícia da cidade de Minneapolis, solidariza-se com o povo dos EUA pelas manifestações e protestos, violentamente reprimidos, que realizam diariamente desde 25 de Maio e responsabiliza a política racista e de repressão da administração Trump.
O combate ao racismo e a discriminação é imperioso tanto nos Estados Unidos como em Portugal, e em todos os países do mundo. Para os combater, a URAP associa-se às iniciativas convocadas pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) "Pela justiça e a igualdade social. Solidariedade com o povo dos EUA" e apela aos democratas portugueses para que participem nelas:
A URAP – uma das onze entidades que aderiram ao Encontro Pela Paz que decorrerá a 5 de Junho de 2021 – esteve presente, dia 29 de Maio, na conferência de imprensa de apresentação do evento, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Setúbal e do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
A petição "de repúdio e exigência de que se trave e abandone a anunciada criação do ´Museu Salazar´, com esse ou outro nome, em Santa Comba Dão" foi admitida para discussão na Comissão Parlamentar de Cultura e Comunicação, em reunião realizada no passado dia 26 de Maio.
Maria Velho da Costa uma das escritoras maiores da literatura portuguesa, feminista, antifascistas morreu sábado, dia 23 de Maio, em Lisboa, aos 81 anos.
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